domingo, 25 de setembro de 2011

Deus quis que Ele fosse o Sacrifício para tirar os pecados do mundo.

"Não há dúvidas que Deus queria testificar a inocência de Jesus Cristo de muitas maneiras; até mesmo pela boca de Pilatos (como já temos mencionado e como veremos mais completamente), não que Deus não tivesse já concluido o que devia ser feito por Seu Filho Unigênito. Então, uma vez que Deus quis que Ele fosse o Sacrifício para tirar os pecados do mundo, a Escritura se cumpriu. Mas nosso Senhor Jesus também foi provado reto e inocente, a fim de que nós pudéssemos saber melhor que Ele sofreu a condenação a qual era devida a nós e a qual nós merecíamos..." John Calvin, Sermons on the Deity of Christ, Sermon 7, Mt 27:11-26, p., 123.

"Então, não é sem causa que São Pedro declara que o sofrimento de Jesus Cristo foi por meio da providência de Deus. Jesus Cristo foi o sacrificio oferecido a Deus Seu Pai para riscar os pecados do mundo. Quando, então, vemos tal propósito do Conselho de Deus, podemos saber que tudo que Ele faz é para nosso beneficio, e nós não devemos longamente inquirir sobre o porquê Jesus Cristo sofreu, pois neste sofrimento nós vemos a infinita bondade de Deus, vemos Seu amor o qual se manifestou por nós (como diz Paulo) em que Ele não poupou Seu próprio Filho, mas o entregou a morte por nós (Romans 8:32.)" John Calvin, Sermons on the Deity of Christ, Sermon 19, Acts 2:22- 24, p., 284.

Na Alemanha, Bento XVI elogia a paixão cristã de Martinho Lutero

O papa Bento XVI prestou homenagem na sexta-feira do dia 23 a Martinho Lutero, ao enfatizar a paixão profunda pelas questões de Deus do promotor da Reforma Protestante, em um gesto simbólico de aproximação com os protestantes na cidade Erfurt (leste), onde surgiu este movimento. 

"O que não dava paz (a Lutero) era o assunto de Deus, que era a paixão profunda e a força de suavida e seu total itinerario. (...) O pensamento de Lutero, sua espiritualidade inteira, estavam completamente centrados em Cristo", declarou o Papa. 

O discurso foi pronunciado a portas fechadas no convento dos Agostinianos, onde o pensador da Reforma viveu seis anos.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Fé e Obras

Fé e obras não se excluem, completam-se. A raiz sem frutos está morta; o fruto sem a raiz inexiste.

Aqueles que defendem a salvação pela fé sem a evidência das obras laboram em erro. De igual forma, aqueles que julgam alcançar a salvação pelas obras sem a fé. É preciso afirmar com meridiana clareza que a salvação é só pela fé e não pela fé mais o concurso das obras. Porém, a fé salvadora nunca vem só. A fé salvadora produz obras. Não provamos nossa salvação pela fé sem as obras, mas pela fé mediante as obras. As obras não são a causa da salvação, mas sua evidência.

Concluímos, afirmando que não há qualquer conflito entre Paulo e Tiago. Não há qualquer contradição entre fé e obras. Não podemos confundir causa e efeito. Toda causa tem um efeito e todo efeito é produzido por uma causa. As obras não substituem a fé nem a fé pode vir desacompanhada das obras. Fé e obras caminham de mãos dadas. Não estão em lados opostos, mas são parceiras. Ambas têm o mesmo objetivo, glorificar a Deus pela salvação. Somos salvos pela fé e somos salvos para as obras. Recebemos fé e fomos preparados de antemão para as obras. Não há merecimento na fé nem nas obras. Ambas vem de Deus. Ambas devem glorificar a Deus. Ambas estão conectadas com nossa salvação. A fé nos leva a Cristo e as obras nos levam ao próximo. A fé nos coloca de joelhos diante de Deus em adoração e as obras nos coloca de pé diante dos homens em serviço. Somos salvos pela fé para adorarmos a Deus e somos salvos para as obras para servirmos ao próximo.

Fonte: Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 3 de setembro de 2011

Heresias Cristológicas II

Apolinarismo

Definição: heresia difundida no século IV por Apolinário que nega a Alma numana de Cristo, crendo que esta alma humana seria como a nossa, pecaminosa. Assim acreditava salvar a divindade de Cristo. A Igreja, no sínodo e Alexandria (362), assegurou a alma de Cristo dizendo: "O Verbo se encarnou para salvar alma e corpo; por isso teve que tomar um corpo". O sínodo de Roma ao ano 377 condenou a heresia de Apolinário. A alma humana de Cristo não é pecaminosa, porque não teve pecado original, e, portanto, tampouco as consequências desse pecado original com o qual nascemos todos nós, mortais. Só o pecado é o que deixa a marca pecaminosa na alma. Jesus não teve pecado e, portanto, a conclusão é bem clara.

Nestorianismo:

doutrina cristológica proposta por Nestório, Patriarca de Constantinopola (428 - 431 d.C.). A doutrina, que foi formada durante os estudos de Nestório sob Teodoro de Mopsuéstia na Escola de Alexandria, enfatiza a desunião entre as naturezas humana e divina de Jesus. Os ensinamentos de Nestório o colocaram em conflito com alguns dos mais proeminentes líderes da igreja antiga, principalmente Cirilo dde Alexandria, que criticou-o particularmente por negar o título Theotokos ("Mãe de Deus") para a Virgem Maria. Nestório e seus ensinamentos foram condenados como heréticos no Primeiro Concílio de Éfeso em 431 d.C. e no Concílio de Calcedônia em 451 d.C., o que acabou por provocar o cisma nestoriano, no qual as igrejas que apoiavam Nestório deixaram o corpo da Igreja.
Porém, o crescimento da Igreja do Oriente no século VII d.C. e nos seguintes espalhou o nestorianismo por toda a Ásia. Há que se distinguir porém que nem todas as igrejas afiliadas com a Igreja do Oriente parecem ter seguido a cristologia nestoriana. A Igreja Assíria do Oriente, por exemplo, que reverencia Nestório, não segue a doutrina nestoriana histórica. Fonte: Encyclopædia Britannica (11ª edição)

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Crente que pariu - O hino mais ungido dos jovens solteiros

Mercadore$ da Fé

O som que você vai ouvir à seguir é uma composição dos amigos do D’Cristo Rap, um grupo de Itajubá, Minas Gerais, que louva a Deus ao som do Hip Hop, e que tem letras muito ousadas. Segundo o amigo Rodrigo – vocalista do grupo – a música Mercadores da Fé foi inspirada nas leituras do blog Púlpito Cristão. A letra tem tom de protesto do início ao fim, e fala sobre o comércio de bençãos e unçoes em nome de Deus. Assista:

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Devemos recorrer ao nosso Senhor Jesus Cristo

"Portanto nós devemos recorrer ao nosso Senhor Jesus Cristo, porque Ele é quem tem carregado todos os nossos fardos, como eu já tenho alegado. Verdadeiramente a nossa redenção custou-lhe caro, e se nós buscarmos em toda a parte no céu e na terra o preço do resgate que seja capaz de pacificar a Deus, nós não encontraremos outro além Dele. Então nós nunca teríamos sido santificados, a não ser que o Filho de Deus tivesse dado a Si Mesmo por nós. E, de fato, o profeta Isaías demonstra como ele tomou nossos fardos. (Isaías 53:4, 5). A saber, que Ele sentiu o tormento da morte, e que o Pai foi inclinado (favorável) a satisfazer a Si mesmo sobre ele, como se Ele fosse um transgressor e culpado de todos os pecados do mundo". John Calvin Sermons on Galatians, Sermon 39, 6:2-5, p., 836/597.
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